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Tambaqui Colossoma macropomum (Cuvier, 1818)

Tambaqui é uma espécie endêmica da região amazônica, segunda maior espécie de peixe de escama da América do Sul, podendo chegar a mais de um metro de comprimento e passar dos 40 kg de peso. Hoje é a principal espécie cultivada no estado representando mais de 90% da produção da piscicultura em Rondônia, que é também o maior produtor de Tambaqui do mundo. É cultivada no estado devido ao seu domínio de cadeia e sua rusticidade no manejo, tem potencial para chegar de 2,5 a 3,0 kg por peixe de média final em um ano de cultivo, seu hábito alimentar é onívoro (alimentando-se de frutas, crustáceos, peixes e etc), o que facilita o manejo alimentar e menores custos de produção.

Jatuarana Brycon melanopterus (Cope, 1872)

Espécie endêmica da região amazônica, muito semelhante e confundida com Matrinchã, ambos pertencentes ao mesmo gênero, mas são espécies diferentes. Seu hábito alimentar é onívoro o que facilita o manejo alimentar, na natureza alimentam-se de frutos, sementes e artrópodes. Hoje tem boa procura e valor de mercado dentro da região amazônica, seu potencial produtivo pode chegar a 2kg de peso em um ano de cultivo

Pirarucu Arapaima gigas (Cuvier, 1818)

Maior peixe de escamas da América do Sul, podendo atingir três metros de comprimento e peso de 200kg, seu hábito alimentar é piscívoro (se alimenta exclusivamente de outros peixes). Hoje a espécie está adaptada ao cativeiro podendo atingir uma média de 12kg em um ano de cultivo. Sua carne é bastante apreciada, reconhecida como bacalhau da Amazônia. Rondônia foi primeiro estado a ser licenciado para o cultivo de pirarucu em cativeiro, o seu couro, escamas e até a língua óssea são muito utilizado para artesanato.

Curimbatã Prochilodus nigricans (Agassiz, 1929)

Espécie de médio porte, podendo alcançar comprimento total de 45 cm, tem hábito alimentar detritívora, ou seja, se alimentam de sedimentos, microflora (bactérias e fungos) dos fundos de lagos e rios. Espécie não somente de importância econômica na piscicultura, mas também utilizada para controle de matéria orgânica e sedimento oriundos do arraçoamento e excreções dos peixes, sendo consorciada com outras espécies para esse objetivo. Ameniza o impacto de toda essa matéria orgânica que acaba acarretando a eutrofização do meio e prejudicando a qualidade da água, convertendo isso no seu desenvolvimento e aumento do potencial produtivo de pescado na piscicultura.

Jaraqui Semaprochilodus insignis (Schomburgk, 1841).

O Jaraqui também é uma espécie forrageira assim como o Curimbatã. Tem hábito alimentar semelhante, pois também é detritívoro alimentando-se de detritos e partículas inorgânicas do meio. É utilizada em consórcios com outras espécies como Tambaqui, Pirapitinga, Pacu e seus híbridos, tendo uma relação intraespecífica entre as espécies, trazendo benefícios produtivos para ambas. Tem bom mercado consumidor na região norte, sendo bem apreciado pela população da Amazônia.

Pintado Híbrido

O Pintado, também conhecido como Jundiara é um híbrido, ou seja, originado pelo cruzamento de duas espécies da mesma família, nesse caso seria a fêmea do Jundiá (Leiaurios marmoratus) com o macho do Cachara (Pseudoplastistoma fasciatum), o que trouxe características produtivas e de desenvolvimento mais atrativa para o cultivo. Tem manejo alimentar muito mais prático e viável economicamente por ter herdado o hábito alimentar do Jundiá que é um onívoro. O crescimento pode chegar a 1,5 kg em sete meses na fase de engorda, tendo ainda maior rendimento de carcaça, devido a redução do tamanho da cabeça e aumento do rendimento do filé.

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